ALOPECIA ANDROGENÉTICA: CONHEÇA SOBRE A CALVÍCIE FEMININA E COMO LIDAR COM ELA!

Quem sofre com queda de cabelo sabe o quão é ruim penteá-los e ver tufos presos na escova. O que poucas pessoas sabem é que, em alguns casos, essa queda pode aumentar fazendo com que tenha uma perda de cabelos parcial ou total, sendo diagnosticado como calvície — deixando o problema mais sério ainda.


Também chamada de alopecia, a calvície pode estar presente na vida de homens e mulheres, sendo ainda mais comum nos homens e, consequentemente, pouco abordada entre as mulheres.

Você já ouviu falar em calvície feminina? O Studio Luiza Mari separou uma matéria exclusiva sobre esse assunto. Confira!



É natural de nosso corpo perder diariamente cerca de 50 a 100 fios de cabelo. Há diversos fatores que podem desencadear uma piora nessa queda, como estresse, gestação, doenças como gripe e coronavírus ou simplesmente por fatores genéticos e hormonais. Porém, quando a queda começa a ficar excessiva e frequente, é hora de procurar um especialista, pois pode ser diagnosticado como alopecia.


Existem diversos tipos de alopecia, sendo que a mais comum entre homens e mulheres é a androgenética.


Esse tipo de alopecia surge por meio genético e de disfunções hormonais. Os primeiros sinais podem vir a partir dos 17 anos, sendo mais comum uma piora entre os 30 e 40 anos. Nas mulheres, o primeiro sinal costuma ser o afinamento dos fios no topo da cabeça até que fiquem bem ralos a ponto de conseguir visualizar o couro cabeludo. Depois de mais finos, os cabelos começam a cair na região central da cabeça.

A CALVICIE FEMININA

Também conhecida como AAG, a alopecia androgenética ou calvície atinge cerca de 5% da população feminina no Brasil. Por ser algo que está diretamente ligado à autoestima, são pouquíssimas as mulheres que falam sobre o diagnóstico e conversam abertamente sobre este problema.


Se você faz parte dessa pequena parcela de mulheres que sofrem com a calvície feminina, saiba que você não está só! O Studio Luiza Mari teve uma conversa especial com Monique Cipriano, uma paulista de 29 anos diagnosticada com Alopecia Androgenética que tem uma maneira mais leve e divertida de lidar com esse problema.


Em 2009, aos 17 anos, Monique percebeu que a parte frontal de seus cabelos estavam mais ralos e, então, iniciou diversos tratamentos para descobrir o que estava acontecendo. Em 2010, através de uma ultrassom capilar ela foi diagnosticada com AAG. Com o diagnóstico, também vieram as dificuldades.


“Eu evitava entrar em piscina/mar com medo das pessoas repararem mais no meu couro cabeludo (que ficava mais aparente quando molhado). Usava um produto no cabelo que tinha cheiro forte e isso me incomodava demais. Fora o fato de às vezes querer fazer um penteado mais elaborado e ter dificuldade por não ter cabelo suficiente. Pra completar, ainda ouvia comentários do tipo ‘Nossa, você tem pouco cabelo, né?’, ‘Nossa, seu cabelo tá ralo na frente, né?’, como se eu não tivesse espelho em casa, (risos)”, nos conta Monique.


Depois de muitas dificuldades, hoje em dia Monique sabe lidar tranquilamente bem com seu diagnóstico e usa isso como força própria e também como força e apoio para demais mulheres diagnosticadas que, em maioria, não consegue lidar com tanta facilidade com esse problema.


“Eu sempre evito pensar demais no problema (afinal, não vai dar jeito, né?). No início me abalou muito, mais o fato de não poder mais fazer luzes nem escova no cabelo (meu cabelo é cacheado) do que propriamente o fato de saber que um dia não teria mais nenhum cabelo (ou pouco, pelo menos)”, diz Monique.


Em sua conta do Instagram, Monique está sempre compartilhando sobre momentos e motivações para mulheres que também tem alopecia. A hashtag #ForçaNaPeruca virou seu lema principal, e já acumulou um público de mais de 5 mil seguidores em sua conta (@ciprianomonique).

Monique completa: “Evito pensar na situação em si, já que não tem cura. Foquei nas possibilidades paliativas e deu super certo! Hoje a minha maior alegria é ajudar mulheres que sofrem com esse problema, a se amarem e se cuidarem mais. Virou meu propósito de vida!”


Em sua conta pessoal do Instagram, Monique está sempre conversando e engajando mulheres que também foram diagnosticadas com AAG.

LIDANDO COM A AAG

A Alopecia Androgenética não tem cura e, por esse motivo, é extremamente importante aprender a lidar com ela. Contudo, existem alguns tratamentos no mercado estético que ajudam muito na diminuição da queda, no nascimento e desenvolvimento dos fios. Um dos tratamentos mais conhecidos e eficazes, é a Intradermoterapia, também chamada de MMP (Microinfusão de Medicamentos no Couro Cabeludo) ou Mesoterapia.


Esse método é responsável pela aplicação de substâncias ativas no couro cabeludo com pequenas agulhas. É feito em diversas sessões, que variam de acordo com a necessidade de cada tratamento, caso e cliente.

Aqui no Studio Luiza Mari você pode realizar sessões de mesoterapia com biomédicos especializados. Para isso, clique neste link e agende uma avaliação e conversa gratuita com nossos profissionais.


Existem também alguns outros tratamentos para alopecia que podem ser feitos com o uso de medicamentos aplicáveis, como o Minoxidil, que também é muito popular. De qualquer forma, é extremamente importante conversar com seu médico de confiança, realizar exames de identificação de grau da alopecia e, também, entender que problemas capilares podem ocorrer com qualquer pessoa, e que isso em nenhum momento diminuirá o caráter, a feminilidade e personalidade de alguém. É importante se reconhecer, se aceitar, se respeitar e se amar, com ou sem cabelo.


“Tudo na vida vem pra te ensinar algo. Tem gente que pega o limão e faz cara feia pra chupar ele, outros aprendem a fazer limonada e se refrescam. Você começa a entender que nós mesmos criamos nossos próprios monstros, e se vê em um desafio de lidar com eles. Então começa a se conhecer, entender o que funciona mais pra levantar a autoestima. Começa a entender que esse problema não te resume, e muito pelo contrário: te faz enxergar o mundo diferente. De quebra, ainda ajuda outras pessoas com o mesmo problema”, completa Monique.

SE AME, SEMPRE! E SEJA FELIZ!



Para finalizar, perguntamos se Monique Cipriano teria algum recado para dar à todos aqueles que estão passando ou passarão pelo o que ela passou, e esta foi a resposta: “Bom, falar que eu AMO ter cabelo ralo e que com qualquer coisa ele já fica parecendo um ninho de mafagafo, seria demais, né (risos)? Mas o ‘problema’ é que eu AMO a vida. AMO sorrir à toa. AMO valorizar aqueles momentos que a gente só pede pra não passar nunca mais. Então eu precisava escolher: me lamentar pela #AAG (coisa que não traria nenhum fio de cabelo sequer de volta), ou usá-la a meu favor. Preciso dizer aqui qual foi minha escolha?”, diz Monique.


“Não sei o que você está escolhendo hoje, mas queria te lembrar que a vida tá passando, hein? Não dá pra esperar ela ser perfeita pra ser feliz. Vai ser feliz agora! Com ou sem cabelo. Com ou sem namorado. Com ou sem dinheiro pra viajar pra Europa. Se proporcione SEMPRE as MELHORES sensações! Você é responsável pela sua felicidade! Só você!” — finaliza.

Gostou da matéria? Deixe seus comentários, compartilhe com as amigas e lembre-se: seja feliz, e #ForçaNaPeruca!

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